ESPECIAL | O PODER E AS FERIDAS INVISÍVEIS DAS MULHERES – A mulher no mercado de trabalho: avanço lento!

ESPECIAL | O PODER E AS FERIDAS INVISÍVEIS DAS MULHERES – A mulher no mercado de trabalho: avanço lento!

Roger Campos
8 de março de 2026

Violência, desigualdade, liderança e resistência feminina no século XXI

As mulheres são 51,2% da população brasileira, maioria absoluta em um país que ainda convive com profundas desigualdades de gênero. Elas estudam mais, trabalham mais horas, lideram cada vez mais organizações — mas ainda recebem menos, sofrem mais violência e enfrentam uma rotina que especialistas chamam de “tripla jornada”.

Esta reportagem especial investiga os números, as contradições e os desafios de ser mulher no Brasil e no mundo.

A mulher no mercado de trabalho: avanço lento

Apesar de avanços nas últimas décadas, a presença feminina no mercado ainda é menor que a masculina.

PARTICIPAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO

Mulheres: 53%

Homens: 73%

Diferença: quase 20 pontos percentuais
Isso ocorre por vários fatores:
  • responsabilidades domésticas

  • cuidado com filhos e idosos

  • desigualdade estrutural

  • barreiras culturais

Outro problema grave é a informalidade.

Cerca de 39,6% das mulheres trabalham na informalidade, sem direitos trabalhistas.

Mesmo assim, a participação feminina vem crescendo. Entre 2023 e 2025, o número de mulheres empregadas aumentou significativamente no país.

Mas isso não significa igualdade.

Salário: a desigualdade que persiste

Mesmo com maior escolaridade, as mulheres ganham menos.

No Brasil:

SALÁRIO MÉDIO

Mulheres recebem cerca de 20,9% menos que os homens!

Em média:

  • homens: R$ 2.920

  • mulheres: R$ 2.303

Entre cargos de liderança, a desigualdade é ainda maior:

Diretores e gerentes: mulheres ganham 27% menos

Outro estudo mostra que o rendimento feminino representa apenas cerca de 76,5% da renda masculina.

Esse fenômeno é chamado de:

“gender pay gap”

Um problema global causado por:

  • discriminação estrutural

  • menor acesso a cargos estratégicos

  • interrupções de carreira por maternidade

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Roger Campos

Jornalista / Editor Chefe

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